Estamos no fim do ano e muitos de nós nos sentimos um pouco sobrecarregados, cansados, sem foco e prontos para fazer uma pausa ao lado de nossas famílias (ou longe de nossas famílias, em alguns casos).Talvez estejamos enfrentando um simples momento de estresse. Ou talvez o nome disso seja síndrome de burnout.
Muito embora a maioria de nós costume usar essas expressões como se fossem a mesma coisa, pesquisadores afirmam que o estresse está para a síndrome de burnout como a melancolia está para a depressão clínica – é um problema muito mais sério e duradouro que, se não receber a atenção necessária, pode afetar todos os aspectos de nossas vidas, inclusive o trabalho.
A síndrome de burnout não é apenas a necessidade de uma viagem para recarregar as baterias. "É a sensação de uma exaustão constante, envolta por frustração, cinismo e um senso de ineficácia e fracasso. Inicialmente, se referia a pessoas ligadas a serviços humanos – nos setores de saúde, serviços sociais, terapia e polícia – porém se infiltrou em todos os tipos de profissões", afirma Christina Maslach, professora emérita de psicologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Maslach é pioneira no estudo da síndrome de burnout, pesquisando-a desde os anos 1970. No início dos 1980, ela e seus colegas desenvolveram o Inventário de Burnout de Maslach, que se tornou um método fundamental para pesquisar a síndrome em ambiente profissional. O inventário conta com 22 elementos nas seguintes áreas:
Exaustão emocional – Quando o indivíduo está emocionalmente extenuado, esgotado e desanimado, sem qualquer forma de recarregar as energias. É o sentimento crônico de que simplesmente não se é capaz de enfrentar mais um dia.
Cinismo ou despersonalização – É a perda do idealismo. Especialmente nas profissões ligadas à saúde, essas características podem se manifestar como uma reação negativa, insensível ou demasiadamente distante em relação às outras pessoas.
Eficiência pessoal reduzida – Quando cai o sentimento de competência e produtividade no trabalho.
Fonte: Diário do Comércio
Muito embora a maioria de nós costume usar essas expressões como se fossem a mesma coisa, pesquisadores afirmam que o estresse está para a síndrome de burnout como a melancolia está para a depressão clínica – é um problema muito mais sério e duradouro que, se não receber a atenção necessária, pode afetar todos os aspectos de nossas vidas, inclusive o trabalho.
A síndrome de burnout não é apenas a necessidade de uma viagem para recarregar as baterias. "É a sensação de uma exaustão constante, envolta por frustração, cinismo e um senso de ineficácia e fracasso. Inicialmente, se referia a pessoas ligadas a serviços humanos – nos setores de saúde, serviços sociais, terapia e polícia – porém se infiltrou em todos os tipos de profissões", afirma Christina Maslach, professora emérita de psicologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Maslach é pioneira no estudo da síndrome de burnout, pesquisando-a desde os anos 1970. No início dos 1980, ela e seus colegas desenvolveram o Inventário de Burnout de Maslach, que se tornou um método fundamental para pesquisar a síndrome em ambiente profissional. O inventário conta com 22 elementos nas seguintes áreas:
Exaustão emocional – Quando o indivíduo está emocionalmente extenuado, esgotado e desanimado, sem qualquer forma de recarregar as energias. É o sentimento crônico de que simplesmente não se é capaz de enfrentar mais um dia.
Cinismo ou despersonalização – É a perda do idealismo. Especialmente nas profissões ligadas à saúde, essas características podem se manifestar como uma reação negativa, insensível ou demasiadamente distante em relação às outras pessoas.
Eficiência pessoal reduzida – Quando cai o sentimento de competência e produtividade no trabalho.
Fonte: Diário do Comércio

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