terça-feira, 2 de abril de 2019
Importancia de evitar os vícios
Durante a infância e a adolescência, o ser humano aprende a conviver em sociedade, a seguir regras, a entender como o mundo funciona. São fases da vida, cada uma com suas características específicas, que marcam uma pessoa para sempre.
Um período de tantas mudanças torna os jovens, que ainda são seres em formação, vulneráveis à atratividade das drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. O consumo de substâncias psicoativas, como as contidas no tabaco, álcool e outras drogas alteradoras de consciência, pode provocar problemas no desenvolvimento dos jovens e causar transtornos que os seguirão pelo resto da vida. Por exemplo: durante a adolescência ocorrem mudanças biológicas muito importantes. Alguns sistemas, como o inibitório, não estão amadurecidos. É um sistema importante para controlar determinadas atitudes do indivíduo. Outras regiões do cérebro humano também ainda não estão maduras durante a adolescência, como a que afeta as tomadas de decisões e a capacidade de avaliar riscos.
Consequências do bullying
Há reflexos negativos no processo de socialização e aprendizagem, bem como na saúde física e emocional. O bullying ainda destroe a autoestima da vítima, afeta seu rendimento escolar, suas relações presentes e futuras, sua visão de mundo. A maioria das crianças que sofreram esse tipo de violência apresentam Transtorno por Estresse Pós-traumático (TEPT), Ansiedade Generalizada, tendência à depressão. Cabe acrescentar que os efeitos não se limitam ao momento presente da vítima, contaminando sua infância de forma irreversível. Eles avançam para sua vida adulta, como demonstram vários estudos, cujas conclusões atestam uma relação entre o estresse sofrido a partir do assédio escolar e a tendência a contrair doenças físicas (doenças metabólicas e cardiovasculares) e psiquiátricas, como transtornos de alimentação, uso abusivo de álcool e outras substâncias tóxicas e depressão.
Quando as redes sociais podem se tornar um problema?
O aspecto da exposição de imagem está realmente associado com o imediatismo. A justificativa para a crescente preferência (do uso do Instagram) está ligada ao aspecto visual e ao foco do “aqui e agora”. A imagem tem uma alusão do real e as pessoas buscam causar reações e sensações com suas fotos.
Entretanto, nem sempre os comentários e/ou discussões são de formas positivas. O retorno negativo de uma postagem pode acarretar uma série de problemas aos usuários, principalmente se este for um jovem que está em processo de transformação e descobrimento.
De acordo com a pesquisa da RSPH, de 14 fatores pesquisados, o Instagram foi reprovado em 7 aspectos. Sendo que, para os jovens, o aplicativo afeta negativamente a autoestima devido a imagem corporal, o sono (ou está associado a transtornos decorrentes das poucas horas dormidas) e ao medo da exclusão em eventos sociais. A pesquisa apontou ainda que os jovens acreditam que a rede social possa estimular o assédio digital, gerar ansiedade, além de sintomas depressivos e a sensação de solidão.
Importância das amizades na vida do jovem
Para o adolescente, amizade significa criar laços entre as pessoas que têm sentimentos de lealdade, proteção, intimidade, reciprocidade, ajuda mútua, compreensão e confiança. As relações com os amigos nessa fase constituem um dos principais fatores para a construção da identidade e para a definição de valores, ideias e opiniões sobre os outros e o mundo. Por isso, os amigos desempenham um papel complementar ao da família.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
7 dicas para facilitar a adaptação escolar do seu pequeno
Mudar de escola é algo que pode acontecer. Para muitas crianças, essa mudança pode ser dolorosa e é preciso que os pais deem uma “ajudinha” para facilitar a adaptação escolar.
Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para você. Afinal, para muitos esse processo acaba sendo mais doloroso para os pais do que para os próprios filhos.
Confira 7 dicas para facilitar a adaptação escolar
1. Faça a mudança parecer gradual
Antes da mudança em si, já comece a conversar com seu filho sobre a nova escola. Façam juntos o futuro caminho até ela. Se a nova escola for em uma nova cidade, aprendam juntos sobre ela.
A própria escola pode dar uma ajudinha quando a mudança é grande: que tal uma aula sobre a nova cidade?
Outra coisa que pode ajudar é a escola nova enviar uma foto da nova classe, o que pode fazer com que a criança já vá conhecendo alguns rostos e ambientes.
Ao chegar na nova escola, proporcionar assuntos para que a criança tenha o que apresentar aos colegas sobre si mesma é interessante.
Isso pode ser desde levar uma mudinha de uma planta comum em sua cidade anterior (em caso de mudança de cidade) ou mesmo algum souvenir do final de semana, como o ingresso usado de algum filme legal que vocês assistiram juntos.
2. Atenção à rotina!
A rotina é uma das percepções mais importantes dos pequenos. Para crianças mais novas, é importante que ela seja o menos afetada possível.
A rotina proporciona conforto e segurança. Se um ambiente novo é introduzido em uma rotina já conhecida, o impacto percebido é bem menor.
Para crianças um pouco mais crescidas, o mais importante é envolvê-las em todos os processos, seja arrumar a mochila para a nova escola até separar o uniforme novo no dia anterior.
Participar dessas atividades junto com os pais faz com que a criança se sinta cuidada e, principalmente, parte de tudo isso.
3. Transforme a “hora de dar tchau”
O momento crucial durante a adaptação a uma nova escola é a despedida em si. Mostrar confiança na nova escola, em seus educadores e na decisão de mudança é algo que a criança percebe.
Deixe bem claro que essa situação não é deixar algo para trás, mas a oportunidade de encontrar coisas pela frente: novos amigos, novas brincadeiras, novas aventuras.
Essas atitudes são fundamentais também no último dia da escola antiga: converse com todos para transformar o “Que pena que você está indo embora” por “Boa sorte nessa nova aventura!”.
4. Adapte-se também
Aquela insegurança dos primeiros dias da primeira escolinha podem voltar nesse momento. Depois da conquista da confiança da criança em ser deixada em um lugar que não é familiar a ela, uma escola nova parece desmontar tudo isso.
O choro na entrada da nova escola pode acontecer e, com isso, a ansiedade ao longo do dia para saber se está tudo bem volta.
Pensar em pequenas distrações para quando isso acontecer pode ajudar bastante. Sempre que bater a ansiedade, que tal ouvir aquela música favorita? Ou até sair pra tomar um ar.
Outra coisa importante: conheça e se envolva com a comunidade de pais e professores da nova escola. Conheça o ambiente, os responsáveis pelas crianças dentro da escola e fora dela.
5. Demonstre interesse…
Se mostrar interessado pelo novo ambiente demonstra segurança à criança. Para isso, essa lista de alternativas à pergunta “Como foi a escola hoje?” é ótima.
Faça perguntas variadas. Faça mais perguntas sobre o tema que pareceu deixar seu pequeno mais animado ao responder.
Outra coisa importante: preste bastante atenção às respostas evasivas ou quando a pergunta não tem resposta alguma. Aí podem estar os pontos problemáticos da experiência da criança na nova escola.
6. … E abra espaço para a criança
Quando o assunto vier à tona, reforce os aspectos positivos: o crescimento, o amadurecimento, a possibilidade de fazer novos amigos, novas aventuras.
Puxe conversa com seu pequeno sem forçar ou coagi-lo a responder. Abra espaço para que demonstre seu desconforto, se ele existe, sem o medo de sofrer reprimendas.
Esse canal aberto de diálogo é algo que não se constrói da noite para o dia, mas é fundamental que você e seu filho estejam em sintonia nesse momento de transição.
Outro aspecto importante: mantenha sua palavra. Pode parecer algo óbvio, mas isso envolve atitudes bastante delicadas e a mudança de coisas que acreditamos fazer bem para a criança.
Não se atrasar para buscar o filho na escola é uma dessas atitudes. Evitar também o “Eu já volto pra te buscar” na despedida é interessante; isso gera expectativas que podem ser diferentes do itinerário real.
7. Não associe a escola a algo ruim
A experiência dos pequenos com a escola pode até ser boa, mas pequenas associações ao longo do tempo podem mudar esse time que já está ganhando. Quando a escola que ela sempre conhecia de repente muda, isso pode vir a tona e dificulta as coisas.
Já ouviu algum pai/mãe, ou até você mesmo, usar aquela antiga ameaça diante de uma birra na saída da escola: “Se você continuar fazendo birra, vou te deixar aqui”. Percebeu que assim a escola vira um castigo?
Uma outra coisa que pode ter efeitos negativos é associar elementos ligados à experiência de ir à escola com castigos ou punições.
Isso tem bastante força, por exemplo, com crianças que mudaram de período escolar, que passam a acordar cedo. Já pensou se, além disso, uma punição envolve acordar mais cedo no final de semana?
Cada mudança na vida das crianças é recebida de forma diferente. É impossível prever quando a resposta será tranquila ou vai demandar um pouco mais de atenção e carinho.
O mais importante, no entanto, é sempre proporcionar em casa um ambiente de segurança e acolhimento, em que a criança possa se expressar e que as mudanças internas decorrentes das mudanças externas possam ser apresentadas e, caso positivas, cultivadas ou, caso negativas, trabalhadas.
Fonte: Leiturinha
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Confira 4 dicas de como lidar com filhos rebeldes
Lidar com filhos rebeldes é um dos principais desafios que os pais enfrentam durante o processo de criação e condução das crianças para a vida adulta. Mães e pais sabem o quanto é difícil encontrar um equilíbrio entre repreender certos comportamentos ou ceder diante de algumas situações.
Quando os filhos atingem uma certa idade e começam a questionar determinadas regras, é comum que surjam alguns conflitos no relacionamento entre pais e filhos adolescentes. Esses problemas acontecem devido a mudanças comportamentais que, geralmente, são passageiras e fazem parte do próprio amadurecimento dos jovens.
Na tentativa de fazer o melhor possível pelos filhos, muitos pais os protegem demais e acabam criando indivíduos que apresentam grande dificuldade para lidar com frustrações e que agem sempre querendo ser o centro das atenções. Crianças que cresceram sem limites e que tinham tudo o que desejavam podem acabar pagando um preço alto na vida adulta, pois desenvolvem problemas para lidar com as decepções e não conseguem seguir regras ou ter autodisciplina.
Dicas para lidar com filhos rebeldes
A rebeldia é a dificuldade em aceitar a realidade da vida e saber lidar com limites e experiências negativas. Caso você tenha criado seus filhos mimados demais e agora enfrenta esse desafio, saiba que ainda dá tempo de corrigir alguns comportamentos e preparar seu filho para enfrentar a vida adulta de maneira mais saudável e harmoniosa. Confira como fazer isso:
Estabeleça regras
O jovem precisa entender que, para viver em sociedade, é preciso seguir diversas regras — que começam dentro de casa. Estipule horários bem definidos para as refeições, para os estudos, para o descanso e para a diversão. Seguir uma rotina organizada desenvolve o senso de responsabilidade nas crianças e adolescentes, e é fundamental para amenizar comportamentos rebeldes.
Não encoberte os erros
Entenda que seu filho está crescendo e precisa aprender a lidar com certas situações sozinho. Não tente continuar protegendo a criança para sempre, pois isso impede que ela viva a consequência de determinadas ações e situações.
Caso ele tenha sido reprovado em uma matéria, por exemplo, não tente encontrar culpados —como achar que o professor é rígido demais ou o método da escola não é o mais adequado. Essas atitudes acabam fortalecendo a falta de comprometimento do jovem e dificultam seu amadurecimento.
Converse e explique o motivo de suas decisões
Na adolescência as cobranças começam a aumentar e, ao mesmo tempo, novos hábitos se instalam na vida do jovem. Faça o possível para sempre conversar sobre todas essas mudanças, explicando os motivos de suas decisões para seu filho de modo que ele possa entender a forma como você conduz sua criação e estabelece as regras. Estabeleça um diálogo horizontal com seu filho, fazendo com que ele sinta mais confiança em se abrir e dividir as questões internas com você.
Maneire nas críticas
É preciso cuidado para não desenvolver uma relação de competição com os filhos rebeldes, em que vocês ficam vendo quem pode mais. Muitos pais acabam exagerando nas críticas e, com isso, estabelecem uma relação cheia de ruídos, tensa e rígida. Prefira fazer críticas construtivas e não se esqueça de elogiar os pontos positivos e os acertos do adolescente.
Fonte: SBIE
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
Pensamentos positivos podem melhorar a saúde
Você acredita que aquilo que você pensa pode influenciar a sua saúde? A ciência afirma que sim. Estudos mostram que os pensamentos positivos estão diretamente ligados à prevenção de doenças e à melhora em tratamentos, trazendo vantagens significativas para a qualidade de vida.
Assim como o estresse é, muitas vezes, ocasionado por preocupações constantes, os pensamentos bons fazem o caminho inverso, proporcionando mais saúde e satisfação. Que tal apostar no otimismo e desfrutar de uma vida mais saudável?
Pensamentos positivos fazem bem à saúde
Os pensamentos positivos contribuem para o alívio de estresse, ajudando a diminuir os níveis de cortisol no sangue e os possíveis problemas causados pelo hormônio. Porém, a ciência aponta que não é só isso.
Um estudo feito pela Universidade de Duke, nos Estados Unidos, revelou que emoções positivas podem tornar o indivíduo mais saudável.
Na pesquisa, 2.618 pessoas responderam um questionário avaliando como esperavam que a sua saúde seria no futuro. 15 anos depois, concluiu-se que as mais otimistas possuíam 24% menos chances de desenvolver doenças cardiovasculares.
Além do coração, a ciência revela que os pensamentos positivos também agem na prevenção do câncer.
Um estudo publicado na revista científica BMC Cancer mostrou que mulheres que enfrentam conflitos ao longo da vida têm mais chances de serem diagnosticadas com câncer de mama, quando comparadas àquelas que viveram uma vida feliz e estável.
Vale lembrar que o otimismo não deve substituir tratamentos, mas, sim, servir como uma força extra na hora de fortalecer o sistema imunológico e melhorar a rotina.
Livre-se dos maus pensamentos
Pessoas positivas tendem a se sentir mais inspiradas a começar atividades novas, conhecer lugares e realizar-se na profissão ou nas tarefas do dia a dia. Ainda, tendem a ficar mais interessantes, melhorando e fortalecendo inclusive as relações sociais.
Já aquelas que insistem em se apegar a pensamentos negativos tendem a desenvolver maior insegurança, baixa autoestima e desmotivação. E ninguém gosta de ficar perto de uma pessoa que parece ter uma nuvem negra em cima da cabeça, não é mesmo?
Por isso, permita-se desfrutar de boas emoções. Isso fará com que você tenha mais vontade de buscar resultados melhores, transformando toda essa positividade em resultados concretos.
Fonte: Vivomaissaudavel
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