Estudo constata que 12% das mães admitiu ter ficado bêbada no primeiro trimestre de gestação
Uma pesquisa realizada na Noruega descobriu que boa parte das mulheres cai na bebedeira durante os primeiros três meses de gravidez - e que esse hábito pode aumentar as chances delas sofrerem sintomas de depressão e ansiedade. Os autores são do Instituto Norweigen de Saúde Pública, em Oslo, e o trabalho foi publicado na revista científica Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica.
Os autores analisaram dados de 66.111 mulheres grávidas e seus parceiros - todos fizeram parte do programa Norwegian Mother and Child Cohort Study (MoBa). As mães preencheram pesquisas relacionadas ao uso de álcool em a décima sétima e trigésima semanas de gestação. O testeAlcohol Use Disorder Identification Test-Consumption (AUDIT-C) foi utilizado no presente estudo para medir o uso de álcool leve (0,5 a 2 unidades ou 1 a 4 vezes por mês) e consumo excessivo de álcool (ingestão de cinco ou mais unidades de álcool em um único episódio). Na Noruega, uma unidade de álcool equivale a um copo (1/3 de litro) de cerveja, uma taça de xerez de vinho fortificado, ou uma dose de licor. Os autores também mediram a presença de emoções negativas durante o período da gestação analisado, utilizando o Symptom Checklist Hopkins, que mede a ansiedade e a depressão.
De acordo com a análise feita pelos pesquisadores, 12% das mulheres admitiu ter ficado bêbada durante os primeiros meses de gestação. Os resultados indicam ainda que quanto mais pensamentos negativos a grávida tinha, maiores eram as chances de ela ter ingerido álcool no primeiro e segundo trimestre, sendo 27% de chance no primeiro e 28% no segundo. Para cada ponto de aumento na escala de negatividade, as chances de a mulher ter feito consumo excessivo eram superiores a 55% no primeiro trimestre e maiores que 114% no segundo trimestre.
Os cientistas afirmam que os resultados mostram claramente uma ligação entre as emoções de uma mãe, como depressão e ansiedade, e uso moderado de álcool e consumo excessivo durante a gravidez. Entretanto, mais estudos são necessários para entender por que as mulheres continuam a beber álcool durante a gravidez, apesar das advertências de saúde.
Os autores analisaram dados de 66.111 mulheres grávidas e seus parceiros - todos fizeram parte do programa Norwegian Mother and Child Cohort Study (MoBa). As mães preencheram pesquisas relacionadas ao uso de álcool em a décima sétima e trigésima semanas de gestação. O testeAlcohol Use Disorder Identification Test-Consumption (AUDIT-C) foi utilizado no presente estudo para medir o uso de álcool leve (0,5 a 2 unidades ou 1 a 4 vezes por mês) e consumo excessivo de álcool (ingestão de cinco ou mais unidades de álcool em um único episódio). Na Noruega, uma unidade de álcool equivale a um copo (1/3 de litro) de cerveja, uma taça de xerez de vinho fortificado, ou uma dose de licor. Os autores também mediram a presença de emoções negativas durante o período da gestação analisado, utilizando o Symptom Checklist Hopkins, que mede a ansiedade e a depressão.
De acordo com a análise feita pelos pesquisadores, 12% das mulheres admitiu ter ficado bêbada durante os primeiros meses de gestação. Os resultados indicam ainda que quanto mais pensamentos negativos a grávida tinha, maiores eram as chances de ela ter ingerido álcool no primeiro e segundo trimestre, sendo 27% de chance no primeiro e 28% no segundo. Para cada ponto de aumento na escala de negatividade, as chances de a mulher ter feito consumo excessivo eram superiores a 55% no primeiro trimestre e maiores que 114% no segundo trimestre.
Os cientistas afirmam que os resultados mostram claramente uma ligação entre as emoções de uma mãe, como depressão e ansiedade, e uso moderado de álcool e consumo excessivo durante a gravidez. Entretanto, mais estudos são necessários para entender por que as mulheres continuam a beber álcool durante a gravidez, apesar das advertências de saúde.
Fonte: Portal Minha Vida

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